Os cientistas voltaram a ajustar, esta terça-feira, o Relógio do Apocalipse, também conhecido como Relógio do Juízo Final (Doomsday Clock, em inglês). Os ponteiros estão agora a 85 segundos da meia-noite, menos cinco segundos do que no ano passado.
A decisão, segundo os especialistas do Boletim dos Cientistas Atómicos, é justificada pelo agravamento das tensões geopolíticas, pela intensificação de conflitos armados envolvendo potências nucleares e pelo enfraquecimento da cooperação internacional.
Criado em 1947, durante a Guerra Fria, pelo Boletim dos Cientistas Atómicos, o Relógio do Apocalipse simboliza a ameaça à sobrevivência da humanidade face a conflitos nucleares, alterações climáticas e outros riscos globais emergentes.
A guerra na Ucrânia, os confrontos entre a Índia e o Paquistão e os ataques a instalações nucleares iranianas são apontados como exemplos de um cenário internacional cada vez mais instável e preocupante.
A guerra na Ucrânia, os confrontos entre a Índia e o Paquistão e os ataques a instalações nucleares iranianas são apontados como exemplos de um cenário internacional cada vez mais instável e preocupante.
A guerra na Ucrânia, os confrontos entre a Índia e o Paquistão e os ataques a instalações nucleares iranianas são apontados como exemplos de um cenário internacional cada vez mais instável e preocupante.
Quais são os outros "perigos apocalípticos"?
As alterações climáticas continuam a agravar-se, com níveis recorde de dióxido de carbono, temperaturas médias globais sem precedentes e fenómenos extremos a afetarem milhões de pessoas em todo o mundo.
Os especialistas criticam a resposta insuficiente dos Governos e o recuo nas políticas ambientais, sobretudo nos Estados Unidos, que abandonaram oficialmente o Acordo de Paris no mesmo dia em que o Relógio do Apocalipse foi ajustado.
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